1. Como se caracteriza a produção agropecuária no município? (principais culturas e produtos)

Não dispomos de dados específicos sobre a atividade agropecuária no município de São Bernardo do Campo. O perfil da cidade de São Bernardo do Campo economicamente esta voltado as atividades da industria, comércio e prestação de serviços.

Bairro Batistini
Agricultura
Nelson Corazza
Rua Mathilde Ferrari Marçon, 909

Shioiti Matsumura
Rua Luigi Battistini, 760

Pecuária
José Luiz Correa
Estrada Galvão Bueno, 10.149

José Luiz Demarchi
Rua Maria Encarnação Nucci, 121

Pecuária Albatroz ltda
Estrada Galvão Bueno, 9.150


OUTRAS CULTURAS VEGETAIS OU ANIMAIS
Agrário Marques Dourado
Estrada Galvão Bueno, 9.150

Programas Municipais/ Convênios

O município de São Bernardo através da Secretária de Desenvolvimento Social e Cidadania desenvolve projeto de agricultura Urbana que tem como objetivo propiciar a melhoria de qualidade de vida de famílias empobrecidas através de ações de geração de renda e de uma alimentação mais saudável.
O projeto é implantado em espaços localizados na periferia do município, e dele participam famílias e pessoas desempregadas de baixa renda que através do trabalho coletivo cultivam legumes, hortaliças e verduras sem uso de agrotóxicos.
O projeto tem acompanhamento de técnicos em agronomia que presta assessoria em todas as fases do projeto (implantação, cultivo, comercialização, etc.) e de Assistente Social que desenvolve trabalho social junto ás famílias beneficiárias.
São destinados recursos do município para pagamento do técnico em agronomia e para a compra de sementes, adubos, mudas, ferramentas, etc.

Hortas em funcionamento:

Horta orgânica Nutrivida
Horta orgânica Saúde e Vida
Horta Comunitária dos Vianas
Horta orgânica do Riacho Grande
Horta em fase de implantação – Vida Nova

A Associação Santo Inácio para Integração do Trabalhador Especial – ASIITE, é uma empresa do terceiro setor, fundada em 22.03.1980 como Oficina Abrigada de Trabalho – OAT por um grupo de pais que pertenciam à Associação das Famílias Rotarianas – ASFAR com o apoio da Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo. Atendendo a jovens e adultos (filhos de alguns integrantes da ASFAR) a partir de 18 anos, ambos os sexos, que apresentavam basicamente a condição de deficiência mental, associada ou não a outras deficiências.
Em 1987, a Oficina Abrigada de Trabalho passou a chamar-se Clube Santo Inácio dos Trabalhadores em OAT. Dois anos após (1989), a ASFAR deixa de ser mantenedora, pois a finalidade do referido clube era o de colaborar e não de subsidiar ou implantar os programas em funcionamento.
Em 16.12.91 obtém da Prefeitura de São Bernardo do Campo, a concessão de terreno com 198.897,17 m² de área. Esta área conta hoje com 90.000 m². A Prefeitura, através de convênio pré-estabelecido e aprovado pelo legislativo, se responsabilizou pela manutenção daquela área, pelo pessoal técnico para a implantação e sustentação do programa a ser desenvolvido no setor de horticultura (adubo/viveiro de mudas/ feira limpa/ pomar...) e ainda, cozinha, limpeza e confecção de sacos de lixo.
Hoje a ASIITE, além de sua diretoria, mantém equipe técnica composta por 01 Gerente Técnico Administrativo, 03 Professoras, 02 Assistente Sociais, 12 Munitores, 02 Auxiliares de Escritório, 04 Cozinheiras, 02 Auxiliares de Limpeza, 01 Técnico Agrícola e 01 Vigia que atende a uma população de 238 (duzentos e trinta e oito) capacitandos, distribuídos em dois Centros de Vivência, Pesquisa e
Estudo – CEVIPE’s e 19 bolsistas no INTEGRARTE – Corpo de Dança:

Cevipe II – Área Agrícola
Com 139 (cento e trinta e nove) capacitandos, tem como objetivo propiciar a capacitação profissional da Pessoa com Deficiência e membros da comunidade, num trabalho integrado, com o desenvolvimento de Projeto Agrícola, a produção de hortaliças, mudas e componentes que possam ser comercializados, bem como a terceirização de mão-de-obra.

2. Existem associações ou sindicatos de agricultores no município?

Associação Santo Inácio para integração do Trabalhador Especial – ASIITE, não é especializada na agricultura, no entanto desenvolve projeto de horta.

3. Existem no município atividades desenvolvidas por instituições ou agências de pesquisa em agricultura? Quais?

Não existe dados sobre a existência de Instituições ou agencias de Pesquisa em Agricultura.

4. Existem no município programas de apoio à agricultura familiar ou ao pequeno agricultor? (assistência técnica, crédito facilitado, apoio legal, etc.)

Não.existe projeto referente a agricultura familiar ou ao pequeno agricultor. Existe programas de incentivo ao cultivo de hortas, para fins pedagógicos e a alimentação.


5. Existe alguma política oficial ou legislação voltada à agricultura e à proteção ambiental?

Não. O município orienta-se pelas diretrizes das legislações Federais e Estaduais de Proteção aos Mananciais; lei 898/76 e 1172/76.

6. Quais são as principais ameaças e impactos ambientais decorrentes de atividades agropecuárias no município?

Considerando que São Bernardo do Campo não desenvolve em grande escala atividades agropecuárias, os impactos ambientais ocorridos no município deve-se a ocupação desordenada em áreas de manancial.
Desde o momento em que o homem passou a dominar o fogo, há mil anos, as atividades humanas vêm transformando o meio ambiente. A agricultura tonou-se uma notável forma de apropriação do espaço, iniciaram-se então diversas transformações neste meio, principalmente na busca do desenvolvimento e aumento da produção, adotando novos métodos e tratamentos, chamada de Revolução agrícola (8 mil anos a. C), ignorando os prejuízos ao meio ambiente (MELPHI, 2004).
Os impactos ambientais das atividades agropecuárias têm atingido tal magnitude que recentemente vêm sendo incluídos nos inventários e projetos de investigação sobre as mudanças do clima do planetário. Isto se deve principalmente á contribuição das atividades agropecuárias para o aquecimento global da atmosfera, com a emissão de gases causadores do efeito estufa. Além desse impacto da escala global, as atividades agropecuárias freqüentemente causam emissão de poeiras, odores e podem ainda gerar ruídos, caracterizando-se como impacto locais.
Uma característica comum a toda atividade agropecuária é a busca de produção de excedentes que possam ser colhidos e utilizados para o consumo na propriedade ou comercializados.
Esta produção de excedentes faz-se à custa de nutrientes do solo, que devem ser repostos a uma taxa compatível com sua extração. (EMBRAPA, 2003).
Assim, a retirada da cobertura vegetal original para expansão das fronteiras agropecuárias, seria a responsável pela perda de grande parte da biodiversidade in situ, deixando o ecossistema mais vulnerável pela diminuição de sua resiliência, ou seja, sua capacidade de absorção de tensões ambientais e posterior regeneração. O manejo inadequado seria a causa de um grave problema ambiental que é a perda de solo provocada pela erosão e consequentemente a insuficiência de nutrientes para as necessidades nutricionais das plantas, logo, havendo a necessidade de fertilizantes.
Os fertilizantes inorgânicos por sua vez podem, em excesso, prejudicar a qualidade biológica de vegetal, contaminar os recursos hídricos, além de deixar o solo pobre em micro fauna que inibe os inimigos naturais da plantação. Sem os inimigos naturais, surgem as pragas e pra combatê-las, são usados agrotóxicos, como inseticidas, fungicida, entre outros. Estas substâncias, dependendo do principio ativo, podem ter um efeito residual de logo prazo, entrando em contato com o lençol freático e outros cursos d’água contaminando-os, além de se infiltrar na cadeia trófica dos ecossistemas e, em última análise, contaminar o próprio homem.
Esquematicamente poder-se-ia sumarizar o ciclo degradante da agricultura das seguinte forma:

1.Conversão de habitats – 2.Erosão, compactação – 3.Uso de fertilizantes – 4.Uso de Agrotóxicos –5. Contaminação dos lençóis freáticos e cursos d’ água. (fonte: MMA (2001).
A qualidade da água é possivelmente o indicador mais sensível dos impactos causados pelas atividades agropecuárias, pois praticamente toda inadequação do manejo resultará em conseqüências negativas sobre as águas, seja no ambiente imediato no qual se desenvolve a atividade produtiva, seja no seu entorno. ( WWF, 2004).

No setor agropecuário “as águas são utilizadas para dessedentação de animais e para a irrigação, tanto de hortaliças como de grandes áreas de lavoura de porte, nas quais são utilizadas grande quantidades de água”, atingindo 70% do consumo mundial. “ A irrigação é uma forma de uso consultivo de água, ou seja, apenas parte da água utilizada retorna ao manancial e mesmo assim com qualidade inferior a captada devido ao carreamento de solo e produtos agroquímicos” (BASSOI, 2004).

7. Como é o uso da água no município? (outorga do uso da água para agricultura e pecuária, existência de políticas regionais voltadas ao uso de recursos hídricos, etc.)

Através da lei municipal nº 5240, de 16 de dezembro de 2006, foi autorizado a transferência dos serviços públicos de saneamento básico – distribuição de água, coleta, afastamento e tratamento de esgotos e da propriedade dos bens necessários á continuidade na prestação destes serviços para a SABESP ( Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) e qualquer outorga do uso de água é de responsabilidade do DAEE- Departamento de águas e energia elétrica do estado de São Paulo.

8. Existem órgãos de fiscalização e certificação de produção agropecuária no município?

Não existe.

9. Quais as características do sistema de transporte, beneficiamento e armazenamento de alimentos do município?

Não existe um sistema de transporte especifico para a produção agropecuária já que essa e inexistente. Quanto ao abastecimento de mercados, varejos hipermercados, etc.., o transporte e fiscalizado e obedece a regulamentação da ANVISA.
As características de transportes do município são rodoviários e coletivos, já o escoamento de mercadorias produzidas do setor metalúrgico/ industrial utiliza-se do transporte marítimo através do Porto de Santos, e aéreo através do aeroporto de Guarulhos.

 

 





 

 

1- MEIO AMBIENTE E PRODUÇÃO DE ALIMENTOS
2- ACESSO AOS ALIMENTOS
1. Como está estruturada a distribuição de alimentos aos escolares no sistema público e privado? (cantinas, distribuição oficial centralizada ou descentralizada, ambulantes, etc.)

A distribuição de alimentos aos escolares no setor publico Municipal e Estadual é centralizado na Secretária da Educação e Cultura, os cardápios são planejados por nutricionistas. Os gêneros alimentícios são adquiridos pela prefeitura através de licitação publica e entregues ponto a ponto nas escolas, pelos fornecedores contratados.
O atendimento é feito a 242 escolas sendo;
71 estaduais e 67 municipais de ensino Fundamental, 81 municipais de ensino Infantil, 8 municipais de educação Especial e 15 municipais de iniciação profissional. E são atendidos também escolares de outros projetos, como :PETI, Escolas de Futebol, PROMAC, Brasil Alfabetizado, telecurso, Biosfera, Bom de Bola, refoço, etc...
Neste programa foram servidos em 2005, 28.301.696 merendas, preparadas em cada unidade escolar.
O preparo da merenda é feito por 127 merendeiras publicas e 666 funcionários (cozinheiros e ajudantes de cozinha) terceirizados.

Possuímos 13 contratos de fornecimentos, com entregas;
Mensal, quinzenal, semanal e diária. Que representam um volume semanal de estimado de:
- 5.234 kg. de carne bovina moída.
- 4.549 kg. de carne bovina em cubos
- 5.839 kg. de sobrecoxa de frango
- 229.090 unidades de pão francês
- 188.410 unidades de pão hot dog
- 10.364 kg. de arroz
- 2.381 kg. de feijão
- 2.630 kg. de macarrão
- 2.885 kg. de leite em pó
- 4.539 kg. de bebidas lactas
- 2.018 l. de óleo de soja
- 6.939 kg. açúcar
- 666 kg. de sal
- 1.296 kg. de margarina
Nas escolas municipais, a distribuição ao aluno é feita pelo sistema “self service”, desenvolvido em um projeto educativo e de desenvolvimento.
As escolas Estaduais possuem cantinas particulares, que são regidas normas da portaria conjunta COGSP/ LEI desde 23 de março de 2005.
Sistema Privado
As escolas privadas possuem refeitórios, cantinas ou lanchonetes particulares, que informalmente sabemos possuem algum trabalho de assessoria de Nutricionista.

2. Existe o fornecimento ou subsidio para a alimentação do trabalhador? (vale alimentação, cesta básica, refeitórios, etc...)

No município existe o fornecimento de auxilio - alimentação aos servidores, fixado em R$5,02 ( cinco reais e dois centavos) o valor diário, onde o funcionário participará do custeio do mesmo em percentuais mínimo de dez por cento e máximo de quarenta por cento do valor unitário, em índice proporcional á sua remuneração, conforme tabela abaixo:

Faixa – remuneração Reembolso
R$ 250,00 - 10%
R$ 842,19 - 20%
R$ 1.323,46 - 30%
R$ 1.924,97 - 40%
O benefício É devido em função dos dias efetivamente trabalhados, conforme apurado em atestado de freqüência. Durante os períodos de férias, licenças ou afastamentos do Servidor, o benefício é suspenso.
Quanto as empresas, não dispomos de dados oficiais sobre o subsídios de alimentação, embora tenhamos conhecimento que empresas de grande porte como as montadoras de veículos contam com sistema de restaurantes terceirizados: servem dejejum, e opções de cardápios, algumas empresas adota a participação representantes dos funcionários para a escolha dos cardápios, valor das refeições e acompanhamento quantiqualitativo.
Já outras empresas de médio e pequeno porte se utilizam de vale refeição, cesta básica etc...

3. Existem outros programas de subsídio ou fornecimento direto de refeições ou alimentos a outros grupos específicos? (gestantes, idosos, atletas, enfermos, etc.)

Há um convênio entre a Secretária de Esportes e 27 escolas de futebol, onde são fornecidos lanches aos alunos subsidiados pela receita municipal.
Através do programa de atenção ao idoso oferece á população de 60 anos um trabalho de orientação em nutrição com palestras de especialistas, refeição balanceada aos idosos que freqüentam o Centro Dia do Idoso, aos idosos abrigados nas 03 Casas Asilares conveniadas com a Prefeitura.
O programa oferece cestas básicas aos casos de idosos que são acompanhados pelo serviço e atravessam dificuldades na aquisição de gêneros alimentícios básicos.
Através do programa de Atenção a pessoa em situação de rua também, fornecemos refeições aos usuários do Centro de Convivência e da Casa de Integração Social.


4. Existem outros tipos de programas que facilitem o acesso a alimentos ou refeições? (restaurantes populares, cozinhas comunitárias, organizações não governamentais, bancos de alimentos, etc.).

Banco de Leite Humano Municipal Universitário de São Bernardo do Campo – HMUSBC.
Nº de doadoras (2004) – 1.285
Nº de crianças favorecidas (2004) – 1.037
Volume de leite (ml) em (2004) – 2.640.544




























































































































5. Existem órgãos de regulação, fiscalização ou controle de preços dos alimentos?

Não existe órgão de fiscalização de preços.

6. Existem programas ou projetos de geração de emprego e renda? (de iniciativa pública, privada ou de ONG’s)

Sim. ASSIITE- estagiários, Programa Juventude Cidadã, Banco do povo, Fundação Criança, Fundação Patrulheiros, PEAT, ETC...

3- ALIMENTO SEGURO
1. Como está organizada a rede de estabelecimentos que preparam refeições no município? (restaurantes comerciais, restaurantes populares, lanchonetes, ambulantes, refeições institucionais ou para coletividades, produção caseira ou artesanal de alimentos, refeições transportadas, etc.)

A rede de estabelecimentos está organizada conforme as regras do mercado, levando-se em consideração a peculiaridade e o perfil do município com grande parque industrial e, portanto com inúmeras cozinhas industriais, bem como refeições , bem como refeições transportadas. Em face do desemprego, surgem muitos ambulantes neste segmento, com grande informalidade. Os restaurantes populares, lanchonetes se estruturam conforme nichos populacionais e de acordo com o poder aquisitivo.

2. Existe algum órgão de fiscalização e orientação para a produção de refeições?

Sim. Cabe ao Departamento de Vigilância á Saúde, através da Divisão de Vigilância Sanitária o controle, fiscalização e orientação desta atividade.

3. O município dispõe de algum programa de orientação ao manipulador de alimento?

É exigência legal (RDC 216/04) aplicada pelo município, que o manipulador efetue o curso específico, hoje ministrado por instituições particulares, bem como pelos Sindicatos afetos. A Vigilância Sanitária ministra cursos periódicos, sobretudo pra Ambulantes.

4. O município dispõe de algum órgão ou programa para orientação sobre rotulagem de alimentos?

Cabe aos municípios no Estado de São Paulo o controle e fiscalização das rotulagens dos alimentos. O rótulo é analisado primeiramente pela Vigilância Sanitária local e posteriormente pelo Instituto Adolfo Lutz que referenda ou discordará da analise do município, emitindo o laudo oficial, para as providencias administrativas.

5. Há acesso a laboratórios de análises e pesquisas sobre a qualidade do alimento?

Sim. O laboratório oficial é o Adolfo Lutz.

6. Como o município se posiciona frente à questão dos transgênicos? Existe alguma organização que trate deste assunto?

Uma vez que o município adotou legislação Estadual e Federal no âmbito da Vigilância Sanitária á Saúde, o município segue as normas e regulamentos oficiais destas esferas de governo. Não há organização que trate do assunto.

4- LEVANTAMENTO E SISTEMATIZAÇÃO DE DADOS PRA O DIAGNOSTICO DOS DESVIOS NUTRICIONAIS DA POPULAÇÃO.
1. O município dispõe de algum sistema de registro de informações sobre o estado nutricional da população. Em caso afirmativo, quais?
SISVAN, Metodista

2. O município dispõe de algum sistema de registro de informações sobre o consumo alimentar da população. Em caso afirmativo, quais?

Não. Mas pode-se falar de hábitos culturais e alimentares que são remanescentes da diversidade étnica racial sendo que o maior contingente humano foi formado pela população nativa indígena da tribo de Tibiriçá. A miscigenação começou com a vinda dos primeiros povoadores colonizadores portugueses e mais tarde o negro (como escravo). Outros povos de origem européia passaram a contribuir para o povoamento da região: alemães, austríacos, poloneses, italianos, espanhóis, sendo os italianos em maior número. Mais recentemente os japoneses (década de 30) contribuíram em menor escala para a formação étnica do Município. Por ser predominante a colônia Italiana preserva-se o franco com polenta, a polenta frita, entre outros pratos que são servidos até hoje nos restaurantes da rota dos restaurantes da cidade de São Bernardo do Campo. No passado também cultivava-se em algumas regiões onde haviam sítios e chácaras, batatas, origem da denominação de quem nasce em São Bernardo do Campo é Batateiro.
Também há uma forte concentração da migração nortista e nordestina que traz o apresso por parte da população por essa culinária e a oferta desses gêneros no restaurantes da cidade.
Nas escolas da rede publica são servidos os gêneros já sitiados anteriormente.

3. Como é a estrutura de atenção à saúde do município? (unidades de saúde da família, Unidades Básicas de Saúde, ambulatórios, assistência domiciliar, hospitais e outros).

Banco de dados do município 2005.
Hospital – 2
pronto socorro geral –6
pronto socorro infantil – 1
pronto socorro odontologico – 1
pronto socorro oftalmológico – 1
unidade básica de saúde – 24
unidade básica de saúde 24 horas – 4
unidade básica de saúde pronto atendimento - 2
clinica municipal de especialidades medicas - 2
ambulatório de especialidade odontologica – 1
ambulatório de saúde mental – 1
ambulatório de ortopedia – 1
ambulatório de nefrologia – 1
ambulatório de atendimento á gestante de alto risco –1
CAIS II (hospital Dia) – 1
Veterinária e controle de zoonoses - 1
Serviço de raio x – 6
Centro de referencia de saúde do trabalhador – 1
Vigilância epidemologica – 1
Vigilância sanitária – 1
Laboratório de patologia clinica – 1
Serviço de verificação de óbitos – 1
Banco de leite humano - 1

Serviço particular de saúde
Pronto Socorro geral - 9
Hospital : atendimento geral – 7
Atendimento especializado – 4

Programa agentes comunitários de saúde –PACS
305 agentes comunitários de saúde.

Programa Saúde da Família – PSF
Médicos- 16
Enfermeiros – 16
Auxiliar de enfermagem – 33
Agentes Comunitários – 91

4. Como é o sistema de ensino no município?

É municipalizado de 0 a 4ª serie.

Rede municipal de ensino
Por Níveis e modalidades (Banco de dados do município, 2005);















Creches conveniadas

Rede particular de ensino (Banco de dados do município de 2004)
Creches – 24
Pré- escolas – 40
Fundamental – 77
Médio – 26
Superior – 12
Suplência fundamental – 7
Suplência médio – 7
Especial – 6
Profissionalizante – 7

5. O programa de alimentação do escolar desenvolve alguma atividade de promoção e prevenção aos desvios nutricionais?

O programa de alimentação Escolar desenvolve apenas atividades pontuais, em parceria universidades como por exemplo o trabalho : contribuições para a promoção da Saúde Infantil em comunidade, identificando estado nutricional, anemia e parasitosses intestinais em escolares do Município de São Bernardo do Campo através da Universidade Metodista de São Paulo em 2005.

6. O município tem instituições de assistência à gestante, à criança, ao adolescente, ao idoso, ao enfermo, às famílias carentes? Em caso afirmativo, relacione-as.

Fundação Criança, Instituições ver SEDESC?

7. O município dispõe de programas de promoção do aleitamento materno?

Sim. Secretária da Saúde

8. Que outros programas o município dispõe para prevenção e controle das doenças ligadas à alimentação? (desnutrição, obesidade, hipertensão, etc.).

Sim. Secretária da Saúde.

5- EDUCAÇÃO NUTRICIONAL E INFORMAÇÃO AO CONSUMIDOR

1. Que referências históricas o município tem sobre a formação do hábito alimentar da sua população?

Não. Mas pode-se falar de hábitos culturais e alimentares que são remanescentes da diversidade étnica racial sendo que  o maior contingente humano foi formado pela população nativa indígena da tribo de Tibiriçá. A miscigenação começou com a vinda dos primeiros povoadores colonizadores portugueses e mais tarde o negro (como escravo). Outros povos de origem européia passaram a contribuir para o povoamento da região: alemães, austríacos, poloneses, italianos, espanhóis, sendo os italianos em maior número. Mais recentemente os japoneses (década de 30) contribuíram em menor escala para a formação étnica do Município. Por ser predominante a colônia Italiana preserva-se o franco com polenta, a polenta frita, entre outros pratos  que são servidos até hoje nos restaurantes da rota dos restaurantes da cidade de São Bernardo do Campo. No passado também cultivava-se em algumas regiões onde haviam  sítios e chácaras, batatas, origem da denominação  de quem nasce em São Bernardo do Campo é Batateiro.   Também há uma forte concentração da migração  nortista e nordestina que traz o apresso por parte da população por essa culinária e a oferta desses gêneros no restaurantes da cidade. Nas escolas da rede publica são servidos os gêneros já sitiados anteriormente.

2. Há no município alguma atividade voltada à educação nutricional, seja de iniciativa pública ou privada?

Fundação Nestlé – projeto Nutrir, trabalha a sensibilização de Educadores e profissionais afins, para a temática de Segurança Alimentar e Nutricional, noções de hábitos saudáveis e  alimentação adequada, tem como objetivo formar multiplicadores dos conhecimentos construídos pelo grupo participante e incentiva os mesmos a   desenvolverem projetos em unidades escolares, e etc...

SESI- Serviço Social da Indústria desenvolve o projeto alimente-se bem com R$1,00, dá dicas praticas como pode se alimentar com qualidade e de  baixo custo, além de estimular o consumo de alimentos saudáveis e a reeducação alimentar.  

3. Como é a mídia local? (rádio, jornal, TV)

Através do Jornal Regional Diário do Grande ABC, Jornal Oficial do Município, TV. ABC, Diversos jornais de (Universidades, ONG´S, TV canal 3 - VIVAX (utilizado pelo município), etc...     

4. O município dispõe de algum segmento preocupado com a informação ao consumidor? (mídia local, ONG, órgão público, etc.)

O jornal Oficial do Município é o órgão veiculador de orientação a população na área de Saúde, programas Sociais,  cursos, e informações de um modo geral das políticas publicas desenvolvidas pela gestão.

5. O município dispõe de algum órgão destinado à defesa do consumidor?

Sim. Assistência jurídica gratuita (Procon)

Infantil
Creche 34 - 21
matriculas iniciais - 2.397
Pré- escola – 75 matriculas iniciais – 26.194
Fundamental (1ª a 4ª)
72
matriculas iniciais – 49.700
Suplência fundamental
40
matriculas iniciais – 6.000
Especial
16
matriculas iniciais – 1.148
Alfabetização
13
matriculas iniciais - 415
Profissionalizante
36
matriculas iniciais – 3.801
PROGRAMAS SOCIAIS
POPULAÇÃO BENEFICIADA
Centro de Atendimento à Criança e Juventude – CACJ
1.015 crianças e adolescentes de 7 a 19 anos
Programa de Atenção à Situação de Rua
672 crianças e adolescentes de 0 a 18 anos
Abrigos para Crianças e Adolescentes em Situação de Risco
562 crianças e adolescentes de 0 a 18 anos
Programa Convivendo e Aprendendo
996 crianças e adolescentes de 7 a 15 anos
Atendimento em creche
2.735 crianças de 0 a 6 anos
Centro de Atendimento Sócio Educativo
671 crianças e adolescentes de 12 a 18 anos
Programa de Educação do Adolescente para o Trabalho - PEAT - Fase I
400 adolescentes de 15 a 16 anos
Programa de Educação do Adolescente para o Trabalho - PEAT - Fase II
600 adolescentes até 18 anos
Programa de Início à Ação do Trabalho – PIAT
1.800 alunos de 17 a 21 anos
Projeto Adolescer Núcleo do Adolescente
1.200 adolescentes de 15 a 17 anos
Programa de Ação Social com a Família – PASF
1.100 pessoas acima de 16 anos
Centro de Atenção à Família – CAF
422 crianças e adolescentes de 0 a 18 anos
Programa Renda Cidadã
240 famílias
Programa de Garantia de Renda Mínima
1.000 famílias
Programa de Empregabilidade Municipal/Geração de Trabalho e Renda
3.900 pessoas com mais de 16 anos
Programa de Desenvolvimento Social e Cidadania - Frente de Trabalho
549 pessoas acima de 18 anos
Juventude Radical - Mix Esportes Radicais
45.000 expectadores
Galera Ativa
3.500 jovens de 14 a 29 anos
Tira-Dúvidas
10.150 jovens de 14 a 29 anos
Oficinas Sócio-Culturais
5.680 jovens de 14 a 29 anos
Circuito Escolar de Street Skate
6.300 jovens de 14 a 29 anos
Circuito Bike
3.200 jovens de 14 a 29 anos
Programa de TV Tira Dúvidas
48.000 pessoas
Programa de Atenção à Pessoa Portadora de Deficiência
5.640 pessoas
Programa de Atenção à Mulher
375 mulheres
Programa de Atenção ao Morador de Rua
863 pessoas
Programa Faculdade Aberta para 3ª Idade
400 alunos
Programa de Atenção ao Idoso
3.000 idosos
Centro Dia
93 idosos
Programa de Erradicação do Trabalho Infantil – PETI
1.080 crianças
Centro Municipal de Equoterapia
2.880 pessoas com 9.068 sessões
Aquacentro Solidário Assunção
3.477 pessoas
PROGRAMAS SOCIAIS
POPULAÇÃO BENEFICIADA
Programa de Fomento ao Empreendedorismo
Paço das Artes (Feira de Artesanato e Alimentação)
58 expositores a partir de 18 anos
Fomento ao Empreendedorismo, Associativismo e Cooperativismo - FEAC
67 pessoas
Projeto Araçari (Oficina de Reciclagem de Papel e Confecção de Objetos com Papel Reciclado)
62 jovens de 16 a 21 anos
Hortas Comunitárias
13 famílias
Grupos Produtivos: Costureiras
22 pessoas a partir de 18 anos
Centro de Ecologia e Cidadania: Catadores do Ex-Lixão do Alvarenga
Associação de Ex-Catadores de Rua
65 famílias
Jovem Cidadão - Meu Primeiro Emprego
200 jovens de 16 a 21 anos
Projeto Unindo Esforços
40 pessoas
Bolsa Escola
2.888 famílias
2.868 crianças de 7 a 14 anos
Bolsa Família
8.675 famílias
CRAMI – Centro Regional de Atenção aos Maus Tratos na Infância
370 crianças e adolescentes e suas famílias
Núcleo de Defesa Técnica da Criança e do Adolescente
327 crianças, adolescentes e suas famílias
Programa de Atenção a Crianças e Adolescentes Dependentes Químicos
90 adolescentes de 12 a 18 anos
Programa Sentinela
80 jovens e adolescentes
552 atendimentos
Programa Recâmbio
191 crianças e adolescentes de 0 a 18 anos
Projeto Estrela Guia
160 jovens de 16 a 24 anos
Programa de Desenvolvimento Social e Cidadania - PRODESC
749 pessoas acima de 18 anos
Programa de Requalificação Profissional e Apoio ao Catador de Rua do Município - PACRM
171 pessoas acima de 18 anos
Padaria Artesanal
15 pessoas acima de 18 anos
Projeto Oportunidade
401 pessoas acima de 18 anos
Programas Sociais Desenvolvidos no Município – 2004
Parceria com Organizações Não Governamentais
Programa Juventude Cidadã
Programas Sociais Desenvolvidos no Município – 2004
Fontes: Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania - SEDESC - PMSBC